Diferenças de comportamento entre espartanos, gays e programados sexuais

George Quiantance Thunderhead (1951)

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O Espartano. Nunca é efeminado.
O Gay. Na maioria das vezes é efeminado.

O Programado Sexual. Depende da moda. Se a maioria usa brinquinho, ele usa, pulserinha e colarzinho, também. Se depilam as sobrancelhas, ele também termina imitando. Se todos desmunhecarem, ele desmunheca também. Esse bobo, na nossa sociedade, é muito efeminado. Não se percebe isto porque é fresco como grupo dominante e muitos gays são mais andróginos ainda do que eles. Quando os programados desmunhecam coletivamente e são maioria nao se percebe a desmunhecação. Como eles são obrigados, pela sociedade, a copularem com mulheres para se reproduzirem e aceitam esse papel, são o que a nossa sociedade, embora estando equivocada, chama de "homem", em oposição a gays, mulheres, travestis e homossexuais.

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O Espartano. Acha ser homem uma das coisas mais importantes de sua vida. Pesquisa, cultua e pratica o que existe de mais relevante no gênero masculino. Tem orgulho de ser homem. Identifica-se, totalmente, com o gênero masculino. O fato de fazer sexo com outro homem não altera sua masculinidade, muito pelo contrário, o faz ser mais másculo como eram o espartanos, romanos, samurais, piratas, guerreiros e várias tribos indígenas e de outras culturas diferentes da nossa. Não reduz a masculinidade à penetração da mulher, padrão estabelecido pela sociedade, porque compreende que essa redução da masculinidade à reprodução e do homem ao papel de macho reprodutor, é recente e predominante em sociedades influenciadas pela burguesia. Era absolutamente estranha à maioria dos homens anteriores à vigência dessas culturas pós-hebraicas. Os espartanos, romanos, samurais e muitos e muitos povos guerreiros não limitavam o fato de ser homem a penetrar mulheres. Muito pelo contrário. Viam no autocontrole, domínio de si mesmo e, principalmente, em um código moral rigoroso, as principais características do gênero masculino. E é isso que nós espartanos hoje resgatamos.

O Gay. Não se acha homem igual aos outros. Acha-se diferente. Acredita-se homossexual, gay ou mulher. Não tem a menor identificação com o gênero masculino ou orgulho de ser homem. Não pesquisa nem se identifica com o gênero masculino. Vive uma contradição (o paradoxo do homossexual): gosta sexualmente de homens, mas não quer ser homem, quer ser mulher ou andrógino. Ou não se preocupa com isso. Acha-se discreto e convive com a androginia dos outros as vezes não gostando nem se identificando mas sem procurar uma alternativa. Quer dizer: não pratica sexo entre homens nem sexo com o mesmo sexo. A maioria deles, além de outras identidades como travestis e transexuais, transforma sua sexualidade em uma imitação do casal de um homem e uma mulher. Só aceita, e dá um testemunho disso com o seu comportamento, o sexo dominante, que é o imposto pela sociedade para a reprodução que ocorre entre um homem e uma mulher. Daí ele o imita, sendo "a mulher" ou ambos sendo andróginos. A filosofia espartana elimina esse paradoxo. O espartano descobriu que os guerreiros do passado, absolutamente másculos, de várias culturas, praticavam sexo entre si, ambos sendo inteiramente identificados com o gênero masculino. E encaravam o sexo entre eles como um reforço da masculinidade de ambos, ocorrendo por serem essencialmente masculinos e não o contrário.
O Programado. Afirma, da boca para fora, que é homem. Pensa que ser homem é fazer sexo com mulheres. Reduz masculinidade à reprodução da espécie. Não sabe nem o que é ser homem e o que é, de fato, a masculinidade. Não a conhece, pesquisa, estuda ou pratica. Não sabe que muitos guerreiros, mais homens do que ele, faziam sexo entre si. Esses guerreiros eram mais homens do que ele porque o bobex, seguidor sem nem o saber da moral sexual católica é frouxo, sem auto disciplina. Se tiver chance rouba, trapaceia, engana, corrompe, não tem caráter algum, ignora preceitos éticos. Os guerreiros sabiam que o sexo entre eles não alterava sua masculinidade. Eles não reduziam a masculinidade a penetrar mulheres. Eram espertos. O bobex é otário.
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O Espartano. Gosta de atores ou personagens que representam os modelos de masculinidade e seus ideais. Admira, mesmo reconhecendo que são caricaturas e ideologicamente comprometidos, Sylvester Stalonne, Jean-Claude Van Damme, Arnold Schwarzenneger, Vin Diesel. Estuda e cultua guerreiros de vários povos como os Samurais, Piratas etc. Não cultua modelos femininos.
O Gay. Adora artistas do cinema como Greta Garbo, Marilyn Monroe, Judy Garland, Barbra Streisend, Cher ou mulheres da alta burguesia como Lady Dy. Algumas dessas artistas foram e são excelentes artistas mas o gay gostam delas não só pelo seu trabalho mas se identificam com os trejeitos e a expressão do gênero feminino. Muitos ambientes gays têm fotos dessas estrelas e supostas celebridades femininas. Alguns adoram misses. Outros acreditam que têm lados femininos ou uma sensibilidade feminina que os faz diferentes. A ciência não prova que ninguém tem aspectos do outro gênero. Os gêneros são criações culturais e são adquiridos pela admiração ou fascinação que se tem pelas suas características. Quanto mais burguesa e idiota a mulher mais os gays as admiram e as querem imitar.
O Programado. Gosta dos modelos de comportamentos masculinos mostrados em filmes, mas não vê neles ideais de masculinidade, principalmente os éticos, a serem imitados, porque não estuda a masculinidade. Em geral não tem ética e pensa que ser homem é se reproduzir.
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O Espartano. Não dá nenhum valor à moda e não se preocupa com ela. Acha futilidade, coisa de mulher burguesa. O espartano não é tolo. Não vai dar seu dinheiro a espertos comerciantes fabricantes de ilusões, como griffes, porque não é otário. Compra o mais barato e o melhor. Procura ser simples e não chamar atenção. Dá valor à simplicidade e limpeza no trajar. Só valoriza mercadorias que tenham qualidades reais atestadas pela ciência e sejam compradas por um preço justo. Evita o consumismo. Não gosta de esnobar os outros. Não tem uma mentalidade burguesa ou pequeno-burguesa. Não agride os outros com caras amarradas, humor depressivo e crítico, racista, criticando a idade, chamado de maricona gays mais velhos em uma agressividade alucinada visando infelicitar os outros que são gays como eles.
O Gay. Fica maluco e compra tudo que está na moda. Não se importa de fazer papel de besta nem de palhaço. Uma grande parte é extravagante. Veste roupas que chamam atenção. Muitos ficam histéricos e vivem para serem estilistas, modelos e essas tolices da burguesia. Têm uma mentalidade, essencialmente, pequeno-burguesa, repito.
O programado. Como é tolo, é comum muitos sofrerem também a influência da moda e da mentalidade pequeno-burguesa. Gosta de roupas de marcas importantes e é, portanto, feito de besta, de otário, por comerciantes espertos. Só gosta, o otário, levado pela mentalidade burguesa, do que espertos comerciantes querem que ele goste.
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O Espartano. É discreto com seu corpo. Não apara muito os seus pelos. Só os da face. Quase nunca ou pouco os pubianos. Não é mulher. Tem cuidado para não ficar se depilando demais como as mulheres. Procura acentuar cada vez mais sua diferença corporal em relação às mulheres.
O Gay. Tudo que faz é seguindo a moda ditada por estilistas ou imitando as mulheres.
O programado. Tem o mesmo comportamento dos gays. Vi alguns otários que já estão depilando debaixo dos braços como as mulheres. O programado também é andrógino.
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O Espartano. Quando malha ou pratica esportes não toma drogas anabolizantes nem fica desproporcional. É também discreto no seu desenvolvimento muscular. Evita o sedentarismo, mas não pretende imitar modelos de revistas. O espartano é um homem equilibrado, não é um programado sexual otário. A verdadeira malhação é interna. É malhar o caráter para se transformar em um homem de verdade.
O Gay. Fica malhado, em geral, através de drogas, só para se mostrar e imitar os modelos de algumas revistas gays. Como uma grande parte não é, de fato, máscula, fica ridículo. Como dizem, se não me engano no Sul do país, ficam com o corpo de Tarzan, a voz de Jane e a cabeça de Chita.
O Programado. Tradicionalmente otário e farsante, tenta, na sua maioria, conseguir músculos exagerados através de drogas. Ficam ridículos ou morrem.
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O Espartano. Não toma droga alguma. Não fuma, não bebe, não usa maconha, cocaína, crack nem essas e outras mercadorias que enfraquecem, escravizam e matam o otário que as consome. Não vai entregar o seu dinheiro a empresas capitalistas que traficam drogas porque não é otário.
O Gay. Muitos fumam maconha, tomam drogas e se liquidam.
O Programdo. Na sua tradicional idiotia é presa fácil de todo tipo de droga ficando inutilizado e também se liquidando.
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O Espartano Porque é esperto sabe que sexo entre dois homens é uma possibilidade erótica comum e legítima. Sente prazer com outro do mesmo sexo sem neurose, preconceito e, dentro do possível, ainda o transforma em um grande parceiro inspirado no companheirismo marcial masculino.
O Gay. Quando faz sexo com outro homem fica desorientado, quer se vestir de mulher, cortar o pênis, vai para televisão dizer que é gay, homossexual, fica desmunhecando, dando chilique. Diz que tem uma mulher dentro de si. Muitos adoram misses. Promovem concursos de homens vestidos de mulher imitando misses. Imaginam ser uma delas. Acreditam em tudo que dizem sobre ele. Acham que são gays, homossexuais, geneticamente diferente dos outros, com o Complexo de Édipo não resolvido, áreas do cérebro menores, do tamanho dos cérebros das mulheres, que teve os hormônios pré-natais desregulados e todo tipo de equívocos e imbecilidades que ouve por ter feito sexo com o mesmo sexo. Não percebe que a maioria dos homens faz sexo entre si e nem liga. Fica extenuado, quando sabe ler, pensando se é orientação ou opção sexual pegar em um pênis que não seja o seu ou deixar que outros homens peguem no seu corpo. Não percebe que homens, de fato, sempre fizeram sacanagens entre si e nunca passou pela cabeça deles nada dessas maluquices que passam pela cabeça dos que se acreditam gays e, mais alucinados são, se encastelados nas universidades.
O programado. Porque é otário, não percebe que é obrigado, desde que nasce, a se relacionar apenas com uma jovem, não parente próxima, se possível de estatura menor do que a dele. Essa lei social é imposta para ele fabricar crianças e as criar, com seu esforço e dinheiro, para manter a mão-de-obra de reserva e assim dar lucros a empresários ou fornecer buchas de canhão para estrategistas militares de países imperialistas. Vive, a vida toda, muito preocupado com quem é veado, se ele é veado ou não, porque talvez teve algum tipo de desejo erótico por um colega ou, numa bebedeira, pegou em um pênis que não era o seu e se desorientou.
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O Espartano. Faz sexo com outro porque sente prazer. E sente prazer porque o homem, não tem estro e possui um córtex cerebral muito desenvolvido. Portanto imagina, cria, inventa. A nossa espécie faz isso com tudo. Na alimentação, moradia, roupas e também com o sexo. O sexo entre homens é muito prático. Ninguém engravida. Um entende melhor, sexualmente, o outro. Há muitas variações eróticas e sentimentais a serem exploradas. Eles contam com a natural identificação de serem do mesmo sexo e do mesmo gênero participando, portanto, da cultura masculina que os une. O espartano não é hipócrita. Percebeu que sente prazer com outro homem e não mentiu para si mesmo.
O Gay Faz sexo com homens porque se imagina nascido veado, gay, homossexual, feminino, mulheeeeer.
O programado. Quando faz sexo com outro homem fica desorientado. Sente-se culpado. Quer dinheiro. Quer sugerir para si e para os outros que se trocar o corpo por dinheiro não está fazendo porque gosta, mas porque precisa. Não é veado, é "precisado". Então, quando o faz fica olhando toda mulher que passa. Arranja namoradas, casa cedo e, em geral, toma corno quando a mulher sabe que ele é garoto de programa ou está envolvido com outros homens que ele chama de gays. Fica perturbado dizendo a todo mundo que não é veado, é apenas necessitado. Dá e diz que come. Alguns mais idiotas e doentes mentais desenvolvem uma sociopatia grave: roubam, assaltam, se drogam, ficam promíscuos e morrem cedo de AIDS ou na penitenciária. Ou morrem, vítimas da própria desorientação, devido a outros vícios como o alcoolismo, o droguismo. Muitos são psicopatas. Isto é, possuem uma total falta de sensibilidade diante do sofrimento alheio e prazer ou indiferença em matar o semelhante. Querem matar e, às vezes, matam quem se relaciona sexualmente com eles. Não mata porque o outro o penetrou, mas porque quer roubar. É um merda, uma pústula, uma anta, um bobex. A sua burrice, idiotice, sociopatia ou psicopatia impedem de perceber que o sexo entre homens pode ser uma via para o crescimento pessoal, desenvolvimento da personalidade e a criação de um homem verdadeiro, forte, pleno, responsável e eticamente capaz. Não possui a informação histórica para saber que este fato ocorreu com muitos outros povos, inclusive em uma cultura superior como a dos gregos com o modelo erótico de relacionamento do erasta e do erômeno. Neste modelo, o guerreiro mais velho treinava o mais novo desenvolvendo-o, intelectual e eticamente. Não só na Grécia Clássica esse conceito de relação erótica masculina superior está presente. Mesmo de forma rudimentar aparece, vez por outra, na atualidade. Um companheiro mais velho treina o outro para aprender a viver nesse mundo hostil. O sexo entre homens foi visto por muitos povos como elemento fundamental para formação dos homens. Uns ensinam aos outros os segredos mais íntimos da masculinidade através do sexo entre eles. Os gays e os programados transformaram o sexo entre homens em uma versão infantil, pequeno-burguesa e tola devido à alienação, sociopatia e falta de informação. Causam com esse processo de alienação o sofrimento dessa população perdida e desorientada dandos gritinhos histéricos em boates, saunas ou correndo de marginais que elas elegeram como seus principes encantados como uma frágil dama apaixonada por um marginal.
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O Espartano. Faz sexo com outro porque descobriu que é gratificante e não tem nenhum motivo para não fazê-lo. Observou que o quê religiosos, pseudocientistas, políticos inconfiáveis e corruptos, dizem a respeito é para fazer os mais ingênuos se casarem, fazer filhos e criá-los, os educando com seu trabalho e dinheiro para eles os explorarem como mão-de-obra. O espartano não é ingênuo e não tenta se enganar. Não é hipócrita. Sabe que se um homem lhe masturbar sente prazer. Muito prazer mesmo e chega ao orgasmo. Então não vai ser iludido por espertalhões a serviço de empresários que precisam de uma grande mão-de-obra de reserva ou estrategistas militares querendo ter gente para matar nas suas invasões para tomar as riquezas de outras nações. Por isso ficam querendo convencê-lo que só uma jovem, não parente próxima, se possível de menor estatura, é o único objeto sexual supostamente certo para ele sentir prazer sexual. Percebe que esses ideólogos (pastores, padres, pseudo cientistas, psicanalistas, psicólogos) e os inocentes úteis iludidos por eles (familiares, vizinhos, beatas, colegas de trabalho, transeuntes etc) são os instrumentos de repressão a todo desperdício do sêmen fora da reprodução da mão-de-obra de reserva. O que esses espertalhões querem é que o bobex se reproduza como o gado para ter lucro com as suas crias.
O Gay. Faz sexo com o mesmo sexo com muita culpa achando-se, misteriosamente, diferente dos outros homens. É comum alguns dizerem que desde criança se achavam diferentes dos outros meninos. Quase todos os meninos fazem sexo entre si. Alguns gays não percebem isso porque querem se convencer e aos outros que são diferentes e não fazem sexo com o mesmo sexo, como todo mundo, porque dar prazer e muitos portanto, gostam. Não percebe que o sexo entre dois homens provoca sensações muito prazerosas em qualquer um que experimente. Por isto, tende a tornar um hábito para os mais espertos e destemidos que sabem que a nossa sociedade é comandada por ideólogos corruptos e mafiosos que não merecem a menor credibilidade e, portanto, as regras sexuais que querem impor são falsas. Essa gente não merece crédito mesmo que sejam religiosos, políticos, supostos cientistas. Só falam para iludir os outros para garantir e obter privilégios.
O Bobex. É enrolado pelos espertalhões que lhe metem medo o ameaçando de chamá-lo de veado se insistir em fazer um sexo não reprodutivo. Ele fica, porque é bobo, em pânico. O bobex é uma fraude. Um estelionatário sexual. Um idiota. O gay o chama de heterossexual e lhe tem um profundo respeito embora seja torturado por ele e tratado com profundo desprezo, escárnio e violência. O gay, na sua alienação, é outra fraude.
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O Espartano. Transforma a atividade sexual enre dois homens em uma via de acesso à maturidade, desenvolvimento intelectual e moral. O espartano não faz só sexo, mas o vê como um portal sagrado que ele atravessou para melhorar sua personalidade. Resgata esse conteúdo dos rituais de iniciação masculina de muitos povos e da maneira grega de praticar o sexo entre homens. Repare nunca com menores de 18 anos. O ideal do sexo espartano é com homens plenamente desenvolvidos. É sexo entre homens. Menores não são homens ainda.
O Gay. Não possui uma filosofia de crescimentos pessoal a partir da prática sexual. Faz sexo por prazer apenas. Não estrutura uma prática erotica como uma via de acesso a conhecimentos maiores. Muito pelo contrário, repete equívocos da sexualidade dominante associados a muitos desencontros. Costuma pagar um preço muito alto por isto.
O programado. É reprimido pela sociedade sexualmente e obrigado a se reproduzir. Nessas circunstâncias, não pode ver no sexo uma via de acesso à melhoria da sua personalidade.
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O Espartano. Sabe que todo homem tem possibilidade de sentir prazer com o mesmo sexo. Como sempre conviveu com homens já presenciou, várias vezes, eles fazendo sexo entre si e depois negando. Os ouve o tempo todo só falarem de sexo entre homens e a agonia que ficam com essa possibilidade, misto de desejo e repressão. Percebeu que todo homem têm possibilidade de sentir prazer erótico com outros e só os neuróticos e os sexualmente covardes, com medo da repressão social, dizem ou pensam que não.
O Gay. Imagina que só ele gosta de sexo com o mesmo sexo. Que nasceu diferente. Que é inferior. Que tem mais sensibilidade que os outros. E acredita em uma infinidade de tolices que a mídia, irresponsável e venal, e, ideólogos comprometidos com as forças reacionárias de sociedades retrógradas, inventam para garantir a produção da mão-de-obra de reserva.
O programado. É ingênuo, medroso, fraco, farsante e acredita ou tenta se convencer do que a ideologia dominante diz: nasceu para ser pai-de-família, isto é, se reproduzir e criar os filhos.
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O Espartano. Como os guerreiros de Esparta e de outros povos, que faziam sexo entre si, acha que é uma forma superior de relacionamento sexual. O homem que não faz é ingênuo. O espartano crê que é otário o homem que rejeita o amor ou o prazer sexual de um outro que ele ache atraente. O espartano compreendeu que o amor não tem sexo. Não fica preso a clichês sexuais. Faz como homem e, faça o que fizer, seja com quem for, nada tem a ver com sua masculinidade. Ninguém manda em seu desejo nem ordena onde ele deve depositar seu esperma. Essa ordem, na nossa sociedade, é dada camuflada fazendo o bobex pensar que seus desejos sexuais por uma jovem, não parente próxima, se possível menor estatura do que ele vem de uma suposta vontade da natureza. Só que se ele desobedecer essa mentira, isto é, a vontade da natureza, é chamado de veado, ameaçado, discriminado. Todo mundo, desde sua família, vizinhos, colegas e amigos, até o presidente da República, o pressiona para ele não fazer sexo com o mesmo sexo. O espartano sabe que, cientificamente falando, a nossa espécie não tem estro e possui um córtex cerebral muito desenvolvido. Logo, nasce indeterminada sexualmente. Muitos guerreiros do passado sempre fizeram sexo entre si e nunca deixaram de ser homens por isso. Há registros e documentos que provam que, samurais, espartanos, vários guerreiros de tribos indígenas e até os piratas tinham o hábito de fazerem sexo entre homens. Por que então o espartano, hoje, deixaria de praticar essa forma de sexo? Por que papai, mamãe e os vizinhos alienados querem?
O Gay. Pensa ser o sexo entre dois homens inferior. No máximo igual ao sexo reprodutivo, sendo uma opção ou uma orientação sexual alternativa lutando para ser tolerada. Muitos querem que descubram, de fato, que é mesmo genético, para serem inocentados da culpa. Querem, como coitadinhos, uma aberraçao genética. É isso de fato que seria uma determinação genética que distoasse da norma da maioria E nessa condição de seres estranhos serem aceitos pela sociedade. Esses imbecis não percebem, devido à alienação política, que se algum dia descobrissem uma causa qualquer para homens fazerem sacanagens entre si, imediatamente, se fabricaria o remédio. Grandes laboratórios iriam faturar fortunas e ele seria obrigado a tomar o remédio. Entretanto, como as únicas causas de homens fazerem sexo entre si é não termos estro e um córtex cerebral muito desenvolvido, essa situação de ficção científica, jamais irá ocorrer. Esse comportamento de muitos gays é o que Sartre chamou de má-fé. Na realidade eles não compreendem que fazem sexo entre homens apenas porque sentem prazer. Não é opção, orientação, mas hábito erótico comum para quem não é maluco ou alienado. Muitos gays, para se desculparem de fazer o sexo entre homens, dizem que jamais iriam querer ser perseguidos como são se pudessem evitar esse desejo. Não percebem que quem come doces, pimenta, sal e chocolate sofre muito quando os médicos proíbem de comerem esses alimentos. Que para quem cheira cocaína ou é viciado em jogos de azar também é muito difícil mudar de hábito. Com o sexo também ocorre o mesmo. Ninguém se acha diferente de todo mundo porque gosta de comer chocolate. Ou nascido para comer chocolate por alguma determinação quem sabe até psicológica ou genética.
O programado. Pensa o mesmo que os gays com um agravante: se submete à programação da sociedade para ser pai-de-família sem nem saber que estão sendo programados desde pequenos para isto. Procura acreditar que a natureza o fez como ele acredita ser. Tem pelos outros que não são como ele, raiva, pena ou acha engraçado. Não percebe ou finge não perceber que a natureza o fez sem estro e com muita imaginação e que esses fatos biológicos nos deixam indeterminados sexualmente. Daí muitas coisas podem nos satisfazer sexualmente, não só o sexo reprodutivo.
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O Espartano. Sua cor simbólica é o azul. Seu símbolo são duas espadas cruzadas.
O Gay. Sua cor simbólica é o cor-de-rosa e as cores do arco-íris.
O Programado. Não está preocupado com símbolos. Sabe que o azul é a cor convencional que representa os homens na nossa cultura, mas não liga nem o impede de, se a moda ordenar, sair todo vestido de cor-de-rosa.
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O Espartano. Evita usar cores, artefatos que não sejam usados por homens na cultura em que vive. É sua maneira de respeitar e demonstrar que ama a masculinidade é ser identificado como homem para ser desejado, como homem, por outros homens. Ele acredita que seu poder erótico está em usar os símbolos tradicionais da masculinidade. Vestindo ou usando artefatos próximos ou iguais aos das mulheres ele perde sua energia erótica masculina. Aproxima-se, devido à androginia, do neutro e o neutro é, também, sexualmente neutro em relação às nossas fantasias eróticas. Daí o fetiche das fardas, da roupas de cowboy e outros símbolos masculinos tradicionais.
O Gay. Como a maioria é andrógina expressa sua efeminação nos artefatos e roupas. Acredita em um equívoco que é pensar que os homens nascem gostando de mulheres. E, sendo o mais parecido com as mulheres, eles gostarão deles. O que não é verdade. Querem enganar os homens para os atrair ou transformam-se em uma alternativa a elas em prisões ou navios. Desta maneira só atraem os farsantes. A grande maioria dos homens sente uma profunda atração entre si e é forçada pela sociedade a se interessar pelas mulheres. Daí o andrógino pensando que homens nasceram para gostar de mulheres, se equivoca porque a grande atração deles todos é por outros homens. Repare como ficam boquiabertos diante dos Van Dammes da vida, como sofrem nas academias para transformar seus corpos naquilo que admiram e desejam, mesmo que platonicamente. Ficam de olhos parados vendo os filmes pornôs, mesmo entre homens e mulheres, quando os falos dos artistas aparecem gigantescos na tela. Sem perceber isto, o homossexual fica imitando mulheres. Pode atrair um pequeno grupo formado por aqueles que querem se iludir, devido à homofobia. Alguns desses não aguentam e manipulam o falo do travesti. E, o homossexual, mesmo sem travestismo, não percebe que eles desprezam tudo que não faz parte da cultura masculina, inclusive as mulheres. Repare como o bobex idolatra não só seus ídolos masculinos mas considera muito seus amigos, mantendo uma relação erótica platônica com eles. É difícil sua relação com as mulheres e mais ainda com os andróginos. Quanto mais homem um homem for mais dificuldade ele terá de se relacionar com o feminino, seja ele expresso pelo gays ou pelas mulheres. O homem para se relacionar, como as feministas querem, com as mulheres, terá de androginizar-se. Homens másculos, de fato, só se relacionam bem com outros iguais a eles. Foi isso que muitos povos, entre eles os espartanos, perceberam. A masculinidade plena, sem traços de androginia, exclui, sob todos os pontos de vista, tudo que não é ela mesma. Fica fascinada por si mesma admirando-se e vendo no outro, se ele encarna os ideais de masculinidade, o melhor objeto do desejo, quer sublimado quer explícito. Não são só os gays, mas todo homem de fato, másculo de verdade, fica fascinado por si mesmo e por todo aquele que encarna os ideais de masculinidade de nossos ancestrais. Os que descobrem ou percebem que o complemento natural dessa fascinação é o sexo entre eles, tornam-se espartanos.
O Bobex. Não tem noção das coisas nem opinião sobre nada. A masculinidade para ele é também moda. Em geral é meio andrógino. Não é de fato muito másculo. Muito doido, irresponsável, faz de tudo na sua total irreflexão, alienação e imbecilidade crônicas.
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O Espartano. O outro, seja em que circunstâncias ocorra o sexo, é tratado com respeito. Mesmo o prostituto teve de enfrentar 5 mil anos para admitir fazer sexo com outro homem. O espartano vence a homofobia tratando com muita consideração aquele que venceu a repressão para lhe dar prazer. O espartano acha que o sexo que ele faz é sagrado e que o outro é o elemento de um ritual sagrado.
O Gay. Não está preocupado com isso. Muitas vezes acha sujo o sexo que pratica e tem culpa por isso. Introjetou a repressão da sociedade à sexualidade. Acha feio o que faz. Oscila entre a maldade com os parceiros ou a submissão escrava, autopunitiva em paixões infantis, masoquistas e abjetas.
O programdo Devido à repressão sexual, idiotia e psicopatia, repressão à sexualidade, tortura, explora, maltrata aqueles que lhe dão prazer sexual.
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O Espartano. Não raciocina como mulher apaixonada nem reproduz o casal reprodutor por achar um modelo de convivência falso, superficial, falido, cuja única finalidade, por detrás do engodo, é fabricar e criar crianças para, quando adultas, serem exploradas por empresários. O que ele exige do parceiro é consideração e o considera. Amor é discutível até se existe. Se não seria um truque cultural, orquestrado pelos meios de comunicação que fazem propaganda do sexo reprodutivo, para se convencer um casal reprodutor a ficar junto criando os filhos. Homem não está preocupado com isto. Consideração e pactos mútuos de respeito, se forem viáveis no momento, é o que ele procura. Procura estabelecer uma relação que é um extensão do companheirismo masculino, que foi exposto pela ficção no relacionamento de personagens como Batman e Robin, Mandrake e Lotar, Zorro e Tonto. Isto é, ambos são homens unidos por códigos de ética e comportamentos masculinos levando a masculinidade de ambos ao erotismo. É a admiração da masculinidade, a identificação com seus signos, modelos, comportamentos, que levam ao erotismo entre eles e não ao contrário.
O Gay. Imita o casal reprodutor.
O programdo sexual. Executa a programação imposta pela sociedade para desempenhar o papel de marido e pai-de-família.
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O Espartano. Não vive para amar. Não vive para encontrar um grande amor na vida. Ele é auto-suficiente. Não precisa amar para ser feliz porque não é uma mocinha interiorana, colegial em férias, leitora suspirante de romances de amor, apaixonada pelo filho marginal do prefeito, drogado e corrupto. A sua felicidade depende da realização de suas potencialidades. Do estudo e identificação com a masculinidade ancestral depende essas realizações, porque ele descobre, através dessa identificação, o método para ser mais eficiente em suas atitudes. Percebe, nos ensinamentos dos guerreiros do passado, suas estratégias de batalhas e outros ensinamentos, a base para treinar-se para enfrentar a guerra que é viver em uma sociedade capitalista e em uma natureza hostil. O guerreiro satisfaz-se plenamente gozando. Para gozar ele não precisa amar. Para ser auto-suficiente eroticamente ele precisa ser estratégico. Saber usar quem é ordinário e dar valor a quem não é. É possível uma relação entre espartanos, mas é um modelo de comportamento possível entre vários. Não é obrigatório, para se ser feliz, amar. Não deve deprimir quem não conseguiu. O espartano é treinado para ser um guerreiro auto-suficiente e ser feliz assim. O outro só serve se for um guerreiro no mesmo nível de maturidade, ética e capacidade de ter, pelo parceiro sexual, consideração. Ele cria uma fraternidade de irmãos, uma espécie de maçonaria de homens espartanos selecionados para o amparar na velhice, nos momentos felizes e infelizes. Nunca, portanto, ele estará só. A fraternidade é sua segunda ou sua verdadeira família. Se você é espartano e não de dedica a criar essa fraternidade na sua cidade, no seu país e no mundo você está sendo irresponsável. Ela vai triplicar sua força pessoal. Quem fica só pensando em amor e sexo é veado. É lamentável que você tenha entrado nesse site a procura de sexo e amor. Que não tenha entendido que as propostas aqui são muito maiores para além da cabecinha de um viadinho que entende que relação sexual e sentimental de dois homens é viver procurando homens másculos para fazer sexo. Aqui não é o lugar para isso. Aqui visa lhe conscientizar da importância de ser um grande homem o fazendo crescer como pessoa e formarmos uma organização de irmãos, todos conscientes de nossos propósitos para a prática da ajuda mútua e não a tirania e maldade com que os gays se tratam.
O Gay. Acredita-se uma mocinha à espera de um príncipe encantado, mas que é obrigado a procurar parceiros sexuais enquanto não encontra o príncipe sonhado. Nessa busca ansiosa e angustiante vive se relacionando com marginais e prostitutos ou homossexuais amalucados e promíscuos. Não é raro, por carência afetiva e fraqueza, suportar todo tipo de torturador e algoz. Sente-se uma colegial em férias, como já foi dito, em 1940, apaixonada pelo filho do prefeito, drogado, corrupto, inútil, sem maturidade.

O Programado. É um idiota que não tem maturidade para relacionar-se com ninguém além da prostituição. Vive à beira da sociopatia. Quando se aproxima também de uma mulher, a maltrata e, às vezes, mata. Trai. A faz passar as maiores decepções e vexames. É egoísta. Não ama também nem os pais nem a família. Tortura, de várias maneiras, todos que se aproximam dele. Só pensa em si mesmo. Se pudesse, como uma criança, vivia sendo mantido pelos outros. Vive, egoistamente, só preocupado em se distrair, (brincar) à semelhança das crianças, só preocupado com o seu prazer. A imaturidade é a verdadeira natureza do bobex. Quando acha quem ele chama de veado, o escraviza e faz o que faz com a mãe e a namorada. É um agente torturador. É um carrasco e quase sempre um algoz. O espartano, o diagnosticando como bobex, não o deixa passar da relação de prostituição. Paga, se for o caso e larga e, só muito raramente, repete. O espartano não está doido para amar e não precisa viver um grande amor para ser feliz. Por outro lado, jamais, depois de observado e diagnosticada a sociopatia, imaturidade, egoísmo, falta de caráter do bobex, o quer perto de si. Para o espartano, o corpo é o que menos importa. O que vale é se é um homem verdadeiro. E a masculinidade real implica em ética, maturidade, fidelidade e capacidade de sentir consideração e amizade pelo outro. Os emocionalmente imaturos, eternas crianças, não lhe interessam. Pode usá-los porque, no máximo, eles só conseguem se prostituir. E, assim mesmo, quando não surge nada mais interessante. O espartano é amadurecido, controlado e jamais refém de um imbecil porque, naquele momento, tem um corpo bonitinho. Ele sabe que muitos são semelhantes. Existem muitos que têm um corpo bonito. Milhões. O problema é saber se estão bichados, isto é, escondem, como os aliens em filmes de terror, uma criatura monstruosa por debaixo do corpo bonitinho.